Home office definitivo: prepare sua empresa para esta nova realidade

A pandemia acelerou processo de digitalização das organizações, mas a infraestrutura tecnológica adequada para operar nesse cenário ainda é um desafio

A pandemia acelerou o processo de transformação digital nas empresas, a começar pela massificação do trabalho remoto. Rapidamente, as equipes tiveram de se adaptar ao home office para dar continuidade às operações em um cenário de isolamento social.

Mesmo com tantas incertezas sobre a efetividade dessa configuração, os resultados mostraram que, suportada pelas tecnologias adequadas, a atuação a distância pode ser eficiente tanto para os colaboradores como para as companhias. Isso as fez demonstrar interesse em adotar a modalidade definitivamente, pelo menos em alguns dias da semana.

Entender as necessidades do modelo híbrido, no entanto, é importante para estruturar e preparar as organizações para o futuro. Nesse contexto, contar com uma infraestrutura digital robusta, disponível e segura torna-se cada vez mais urgente.

Números da pandemia

Nos novos modelos de trabalho, as tarefas são suportadas por soluções virtualizadas, como as ferramentas de colaboração e os Data Centers em nuvem, além de um serviço de conectividade de qualidade, que permitem a integração das tarefas e dos membros de um time.

Segundo um estudo divulgado em junho de 2020 pela Fundação Getúlio Vargas, 30% das companhias brasileiras sinalizaram o interesse em manter o home office, pelo menos em alguns dias da semana, depois da pandemia.

Ainda segundo pesquisa elaborada pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), 7 em cada 10 pessoas querem continuar trabalhando de casa após o fim do distanciamento social.

Esse cenário faz com que as corporações flexibilizem seus modelos de trabalho , permitindo que os colaboradores operem a partir de qualquer local, sempre com foco nas metas e nos padrões estabelecidos.

Home office durante a pandemia

Segundo um estudo liderado pela Cushman & Wakefield, antes da pandemia 40,2% das companhias brasileiras ainda não tinham o trabalho remoto implementado.
Durante algum tempo, essa flexibilização restringia-se, em grande parte, a organizações do segmento de tecnologia. De acordo com uma pesquisa, divulgada em maio de 2020 pela ISE Business School, 45% das companhias que já adotavam o modelo a distância pertenciam ao setor. No entanto, o isolamento social impactou todas as áreas, obrigando-as a saírem da zona de conforto.

O mesmo levantamento revelou que 80% dos gestores aprovaram o home office durante o isolamento social, forte indicador de que a adoção será uma realidade nos próximos meses. Outro dado que reforça tal movimento é o desejo dos próprios colaboradores.

Em junho de 2020, a consultoria Robert Half apurou que 86% dos profissionais gostariam de trabalhar remotamente com mais frequência. A pesquisa indica, ainda, que 52% trabalham mais horas em casa do que antes. Por fim, para 49% dos profissionais, o modelo trouxe mais equilíbrio entre vida profissional e pessoal, sobretudo sem os deslocamentos físicos presentes nas rotinas.

Tais indicadores mostram que a flexibilidade para atuar remotamente é bem aceita pelos colaboradores e também pelas empresas, que foram impactadas positivamente. No entanto, para o sucesso desse modelo, é preciso que o empregador ofereça uma infraestrutura virtualizada adequada e capaz de manter a produtividade e a eficiência das ações.

Home office definitivo e infraestrutura digital básica

A instauração do trabalho remoto permanente precisa ser auxiliada por soluções tecnológicas que suportem a execução eficiente. A necessidade de investimento na melhoria da infraestrutura é um ponto necessário a ser seguido pelas empresas.

Um exemplo bem-sucedido é o acompanhamento do expediente dos colaboradores por meio de plataformas digitais. Em maio de 2020, o Gartner sinalizou que 16% das empresas já estão realizando algum tipo de controle de jornada como o apontamento de entrada e saída virtual – os chamados “pontos eletrônicos”.

Assim, a tecnologia torna-se cada vez mais necessária para suportar a atuação no universo corporativo.

De acordo com um estudo divulgado em junho de 2020 pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), para 34% dos executivos a pandemia acelerou a adoção de medidas que potencializarão três ganhos:

• Eficiência organizacional;
• Melhoria da infraestrutura tecnológica;
• Adoção de novas formas de trabalho.

Assim, o uso de soluções digitais, como sistemas e ferramentas de trabalho e de colaboração virtualizadas, servidores em cloud, redes corporativas e conectividade via telefonia móvel são fundamentais para as empresas se manterem ativas e com resultados relevantes perante o mercado.

Com isso, as corporações podem avançar na inovação de seus parques tecnológicos, rumo à digitalização dos processos e a uma atuação intensa no ambiente virtual. Dessa forma, estarão cada vez mais conectadas às necessidades do mercado, de seus colaboradores e clientes.


Matéria originalmente publicada Por Raphael Sorrentino, para o Vivo Meu Negocio







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